O empreendedorismo tem crescido muito no Brasil nos últimos anos. Milhares de pessoas estão abrindo seus próprios negócios e virando seus próprios patrões. Contudo, uma dúvida muito comum na hora de formalizar o negócio é: eu preciso de um contador? O profissional é importante porque possui expertise em várias em questões burocráticas. Confira 5 motivos para contratar um contador para abrir uma nova empresa.

1 – Questão fiscal

Um contador tem, por formação, a capacidade de analisar números, tabelas, gráficos e etc. Essa habilidade pode ajudar o empresário a evitar que logo no começo o empreendimento fique no vermelho. É essencial que isso seja evitado porque escolher o ponto exato de partida é preponderante para o sucesso do negócio.

Quando tudo já estiver funcionando, o contabilista poderá controlar os fluxos de entrada e saída de dinheiro, por exemplo. Além disso, na questão fiscal o contador pode ajudar a:

  • Reduzir custos e processos internos;
  • Manter demonstrativos contábeis para a aquisição de possíveis empréstimos ou créditos;
  • Realizar balanços patrimoniais para quantificar o valor da empresa.

2 – Questões tributárias

O contador é o profissional especialista para garantir que a sua empresa, antes de ser aberta, se encaixa no melhor regime tributário existente. De acordo com o capital inicial do empreendimento e tamanho do negócio, o contabilista irá decidir se é melhor entrar no Simples Nacional ou ser um MEI (Micro empreendedor individual), por exemplo.

Ademais, o contador garantirá dois aspectos em relação aos tributos e impostos. O primeiro é que tudo seja pago dentro das normas legais do Município, Estado e Federação.

O segundo aspecto, é que ele fará com que o empresário pague a menor quantidade possível de tributos.

3 – Questões judiciais

Em relação a parte fiscal e tributária, o contador é quem irá garantir que nada fique a ponto de causar problemas com a Justiça. Apesar de muita gente achar que questões judiciais só podem causar problema quando a empresa é grande, isso é um erro.

Os cálculos, principalmente tributários, começam a correr a partir do primeiro minuto que o negócio já está funcionando. Por isso, é muito importante contratar um contador antes de abrir uma nova empresa.

4 – Tempo otimizado

Delegar as funções para uma pessoa que tem experiência é a garantia de que você não precisará esquentar a cabeça. Isso serve para o caso do contabilista.

Garantir que todo o trâmite burocrático contábil esteja nas mãos dele é assegurar que se tenha tempo para cuidar de coisas mais relacionadas ao negócio.

É importante ter essa garantia antes de abrir uma nova empresa porque assim é possível gastar o tempo pensando em ideias inovadoras e diferenciais. E o mercado hoje em dia, que é muito competitivo, valoriza bastante a inovação.

5 – Contador quase como um sócio

Na linguagem empresarial, se diz que o contador é quase um sócio do negócio. É ele que está lidando diariamente com a saúde financeira da empresa, que precisa estar em dia para que tudo prospere.

Por causa de tudo isso, contratar um contador para abrir uma nova empresa pode ser parte da garantia do sucesso de tudo.

Quer saber mais? Fale com a Foco Contabilidade e Assessoria Empresarial, ligue: (43) 99173-1091.

 

Publicadas as regras sobre a entrega da DIRPF 2019

A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) estabeleceu, através da Instrução Normativa RFB 1.871/2019, as regras para apresentação da Declaração de Ajuste Anual 2019 (DAA 2019), referente ao ano-calendário de 2018, pelas pessoas físicas residentes no Brasil.

Principais novidades na Declaração de Ajuste Anual 2019:

 

Art. 2º Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual referente ao exercício de 2019 a pessoa física residente no Brasil que, no ano-calendário de 2018:

I – recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 (vinte e oito mil, quinhentos e cinquenta e nove reais e setenta centavos);

II – recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais);

III – obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

IV – relativamente à atividade rural:

  1. a) obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 (cento e quarenta e dois mil, setecentos e noventa e oito reais e cinquenta centavos); ou
  2. b) pretenda compensar, no ano-calendário de 2018 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2018;

V – teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00 (trezentos mil reais);

VI – passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro; ou

VII – optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

  • 1º Fica dispensada de apresentar a Declaração de Ajuste Anual a pessoa física que se enquadrar:

I – apenas na hipótese prevista no inciso V do caput e que, na constância da sociedade conjugal ou da união estável, os bens comuns tenham sido declarados pelo outro cônjuge ou companheiro, desde que o valor total dos seus bens privativos não exceda R$ 300.000,00 (trezentos mil reais); e

II – em pelo menos uma das hipóteses previstas nos incisos I a VII do caput, caso conste como dependente em Declaração de Ajuste Anual apresentada por outra pessoa física, na qual tenham sido informados seus rendimentos, bens e direitos, caso os possua.

  • 2º A pessoa física, ainda que desobrigada, pode apresentar a Declaração de Ajuste Anual, observado o disposto no § 3º.
  • 3º É vedado a um mesmo contribuinte constar simultaneamente em mais de uma Declaração de Ajuste Anual, seja como titular ou dependente, exceto nos casos de alteração na relação de dependência no ano-calendário de 2018.

 

Fonte: Jornal Contábil

 

Por quanto tempo minha empresa deve guardar documentos?

O papel das empresas, atualmente, vem sendo substituído pelas mídias e arquivos digitalizados.
Saiba o que ainda precisa ser guardado fisicamente:

Vivemos em tempos virtuais e digitais, em que a tecnologia da informação tornou-se indispensável, nos mais variados segmentos, em âmbito pessoal e profissional. A velocidade das informações, assim como a facilidade das mesmas, tornou-se um mal necessário ao desenvolvimento de nossas rotinas diárias.

No mesmo sentido, não se pode afastar os projetos e iniciativas relacionadas à sustentabilidade que também permeiam nossas rotinas, visando salvaguardar o meio ambiente, assim como transformar velhos hábitos em melhores práticas.

Nesse contexto, a título exemplificativo, pode-se destacar o volume de impressões de papel realizadas por uma empresa, independentemente de seu porte, que atualmente, vem sendo, paulatinamente, substituído pelas mídias e arquivos digitalizados.

Em meio a esse processo de transformação e de “cloudificação”, ainda observamos retrocesso quanto se questiona sobre o prazo legal para a guarda de documentos fiscais, contábeis, previdenciários, entre outros.

Guarda Obrigatória

Nota-se que, a guarda obrigatória de documentos (físicos e/ou digitais) configura exigência legal ao contribuinte, em caso de eventual questionamento da administração pública que enseje a necessidade de prestação de informações e documentos comprobatórios.
É de conhecimento público que tais ocorrências são amplamente observadas nos casos da conhecida “malha fina”, autos de infração fiscais, termos de fiscalização ou ainda para a comprovação de débitos/contas indevidamente cobradas.

Nesse sentido, resta evidente que o prazo legal para a guarda de documentos ainda é um tema em voga e com margem para polêmicas, afinal, em âmbito jurídico, ainda se discute a extensão, a incumbência e a inversão do ônus da prova.

Para apuração e dedutibilidade do Imposto de Renda

Feitas consideráveis digressões sobre o questionamento em análise, é necessário destacar que os documentos relacionados às obras sociais e doações são considerados hábeis para fins de apuração e dedutibilidade do Imposto de Renda – IR e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL, cujos pagamentos fazem parte da movimentação financeira e contábil da empresa.

Desta feita, se considerarmos que os documentos mencionados estão diretamente atrelados à apuração e pagamento de obrigação tributária (IR e CSLL), o prazo legal para a guarda e para o arquivo segue os ditames da decadência tributária, ou seja, cinco anos, contados a partir do primeiro dia do exercício seguinte ao que o lançamento fiscal de exigência dos tributos poderia ter sido efetuado, conforme artigo 173, inciso I, do Código Tributário Nacional.

Igualmente, cabe ressaltar que ainda se discute a polêmica sobre se o IRPJ e a CSLL são tributos sujeitos a lançamento por homologação, face à entrega de obrigação acessória sujeita ao deferimento do fisco.

Nesse caso, o prazo decadencial de 5 anos teria início a partir do fato gerador da obrigação (Declaração do Imposto de Renda), consoante o artigo 150, §4º. do CTN.

Acerca de Doações e Patrocínios

Ademais, podemos ainda mencionar o disposto no artigo 10º Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n° 1, de 13.06.95, que rege os procedimentos de acompanhamento, controle e avaliação a serem adotados na utilização dos benefícios fiscais relacionados a doações ou patrocínios em favor de projetos culturais.

Referido artigo obriga a Pessoa Física ou Jurídica responsável pela execução dos projetos culturais a guarda de todos os comprovantes e documentos, pelo prazo de 5 anos, contado a partir da data do recebimento das doações ou patrocínios.

Ao contrário senso, poderíamos considerar o mesmo prazo para a Pessoa Jurídica que efetuou o pagamento das doações ou patrocínio a obras culturais.

Se possuem lastro contábil-financeiro

Por fim, como já mencionado, sob a ótica da movimentação financeira despendida pela empresa, poderia se considerar que os documentos comprobatórios de doação e obras sociais possuem lastro contábil-financeiro, razão pela qual o prazo de guarda seria de 10 anos, a partir do primeiro dia do exercício seguinte da despesa.

Portanto, em tempos virtuais e sustentáveis, a guarda de documentos ainda é um assunto polêmico, sem limites legais expressos. A otimização e adoção de práticas de arquivamento e guarda de documentos obrigatórios pode resultar na mitigação de riscos por parte das empresas e indivíduos.

 

Por Sabrina Steinecke Lawder, especialista em tributação
http://exame.abril.com.br/pme/por-quanto-tempo-minha-empresa-deve-guardar-documentos/

RH

As empresas precisam do RH

Não importa que tamanho tem sua empresa, ela é feita por pessoas e estas precisam ser ouvidas, recompensadas, treinadas, avaliadas, reconhecidas, orientadas e acompanhadas quanto ao seu papel, suas atividades e metas na organização. Quem realiza esse papel na sua pequena empresa? Ao longo de minha carreira, escutei inúmeras vezes de empresários de pequenas e médias empresas dizerem “Ah você trabalha com RH? Eu acho muito importante essa área, mas minha empresa é pequena, ainda não tenho necessidade! Além do mais, isso de RH é só para quem pode pagar!”. Se você é pequeno ou médio empresário e também pensa assim, sinto informar que está enganado. 
Ora, uma das funções estratégicas do RH é assegurar a competitividade e a sustentabilidade de uma empresa através das pessoas.

Qual a função do RH?

Mais do que apenas selecionar, treinar e remunerar os colaboradores, o RH assume o papel de analisar e trazer para sua empresa o profissional mais adequado possível para o seu negócio, apoiar no desenvolvimento das competências daqueles que fazem parte da empresa elevando assim o capital intelectual, analisar e descrever os cargos assegurando que todos saibam o seu papel na empresa e consigam traçar seu plano de desenvolvimento, assegurar que as pessoas estejam capacitadas para a realização de suas funções e alinhadas aos objetivos macro da organização, entre outros.

A partir de quantos colaboradores uma empresa precisa para ter um RH?

Qualquer empresa que precise contratar um colaborador já pode ter o apoio de um RH no processo de recrutamento e seleção inicialmente. Este processo, quando bem conduzido, reduz a probabilidade de uma contratação equivocada e evita dores de cabeça futura.
Se a sua empresa tem a partir de 10 colaboradores, já seria interessante ter os cargos e as responsabilidades bem definidas, um processo de integração onde todos conhecessem seus direitos e deveres além da história da empresa. Treinamentos comportamentais e operacionais já devem ser realizados e mesmo uma breve avaliação do clima organizacional já pode ser feita.

Que processos básicos o RH de uma pequena ou média empresa deve possuir?

Recrutamento e Seleção – O recrutamento assegura uma boa captação de candidatos à vaga. É ele que identifica, através do currículo os candidatos potenciais para aquela oportunidade. Já a seleção é o processo que visa identificar, dentre os candidatos recrutados o que está mais apto ao cargo.
Integração – No processo de integração o novo colaborador tem seu primeiro contato com as normas da empresa. Nele o novo colaborador conhece as competências essenciais da empresa, é informado sobre características importantes da cultura organizacional e toma ciência de seus direitos e obrigações.
Descrição de Cargos – Como diz a famosa frase “Para quem não sabe para onde ir, qualquer caminho serve”. A descrição de cargo é o norte a ser seguido pelo colaborador durante sua jornada na empresa. É ela que indica as principais responsabilidades, os conhecimentos e comportamentos necessários e, em alguns casos, até mesmo as metas daquele profissional. Este documento baliza a empresa em diversos momentos de tomada de decisão desde a seleção, até o feedback e mesmo na avaliação de desempenho do colaborador.
Treinamento e Desenvolvimento – As ações de treinamento e desenvolvimento de colaboradores são essenciais para manter os profissionais engajados e atualizados. Além de apoiar no desenvolvimento de competências comportamentais essenciais ao negócio.
Gestão do Clima – O clima organizacional influencia diretamente na motivação das pessoas que fazem a organização e, portanto, não dar atenção a ele é o mesmo que negligenciar sua empresa. É importante medi-lo e identificar as oportunidades de melhorias agindo de forma direcionada.

É preciso conhecimento na área!

Acontece que para realizar tais funções é preciso especialização, conhecimento sobre gestão de pessoas. Não basta ter vontade (embora esta seja muito importante), é preciso saber o que está fazendo. Caso contrário corre-se o risco de encher sua empresa de processos e pessoas absolutamente desnecessários e sem resultado, ou pior, que gerem prejuízo. E isso ninguém precisa!
Quer saber como desenvolver os processos básicos de RH em sua empresa com profissionais capacitados e investimento que cabe no seu orçamento? 
Entre em contato com a gente! Temos a solução certa pra você!

 

Por Wilna Lima
Consultora de Recursos Humanos
Coach/Analista Comportamental

Fonte: Administradores

Planejamento Estratégico

O que é?

O Planejamento Estratégico é uma grande oportunidade para construir, rever ou desenvolver a leitura da realidade de uma organização, onde leitura deverá ser crítica, coerente, completa, inteira, sistemática e compreensível, devendo ainda gerar confiança, segurança e clareza ao papel que a empresa quer assumir no mercado. As empresas devem adotar o Planejamento Estratégico para implantar organização, direcionamento e controle; maximizar seus objetivos; minimizar suas deficiências e proporcionar a eficiência.

Como por em prática.

São etapas necessárias para se colocar em prática o Planejamento Estratégico:
1. Definir o negócio: dar um significado único para as suas atividades da empresa, a fim de evitar que ela seja percebida de maneira imprecisa;
2. Definir a visão de futuro, com o propósito de criar a imagem da empresa em um estado futuro ambicioso e desejável, relacionado essa imagem com a máxima satisfação dos clientes;
3. Definir a missão. Missão tem como origem o vocábulo “mitere”, que significa, a que foi enviado. É a razão de ser da empresa;
4. Definir os valores ou princípios filosóficos que regem as ações e decisões da empresa, segundo os quais ela age.

Ambientes organizacionais

Com base nas definições do negócio, visão, missão e princípios filosóficos da empresa, os seus Líderes, juntamente com sua equipe de colaboradores, realizarão uma análise do ambiente.
Inicialmente as equipes deverão avaliar os fatores internos do ambiente organizacional, segmentando‐os em pontos fortes e pontos fracos, avaliando, dentre outros aspectos: a estrutura organizacional; as práticas funcionais; os fluxos de Informações; a gestão financeira e o controle da gestão.

O que analisar

Considerando‐se que a empresa está inserida em um sistema mais amplo e é influenciada pelo entorno do qual faz parte, pois é afetada pelas transformações do entorno e contribui também pelo processo de transformação deste entorno, após analisar o ambiente interno, a liderança e componentes da empresa, dentro de um processo de planejamento estratégico, deverá proceder à análise do seu ambiente externo, observando o seu macro‐entorno, constituído dos aspectos econômicos, sociais, políticos, legais, ecológicos, tecnológicos e culturais, bem como o entorno da empresa, que são aspectos externos que influenciam o seu comportamento, composto por clientes, competidores e fornecedores.

Na análise do ambiente externo avaliam‐ se as ameaças e oportunidades.

Estabelecer estratégias

Feitas as análises do ambiente interno e ambiente externo, devem‐se estabelecer estratégias de longo prazo: conjunto de ações que se pretende desenvolver num horizonte temporal acima de 02 anos; Planos de curto prazo: conjunto de ações que se pretende desenvolver num horizonte temporal de 01 a 02 anos; e as Metas: quantificação das ações dos planos para o cumprimento da missão da empresa.

Monitorar para manter

Concluído o planejamento estratégico, resta monitorá‐lo sistematicamente para que as empresas não voltem a ser levadas ao cotidiano caracterizado pela urgência e pela realização de atividades que não dão sentido à sua existência e que ainda ameacem a sua permanência em um mercado altamente competitivo.

 

Por Isabel – Isabel de Cássia Santos
 http://isabelcassia.zip.net/index.html